A história do vinho – Conheça mais… Parte II

02Por seu poder inebriante, o vinho sempre esteve associado à divindades e ao sobrenatural. O vinho fazia tanta parte do cotidiano dos gregos que eles até celebravam Dionísio, o Deus do vinho. Tempos depois, os romanos tiveram também o seu Deus do vinho, a quem chamaram de Baco.

O Império Romano foi regado a vinho. Os romanos foram importantes na história da bebida, porque investiram na evolução das técnicas e métodos de produção. Inclusive, vários nomes de vinhos surgiram e foram documentados nessa época.  Além disso, o vinho romano foi possivelmente o primeiro a se aproximar da qualidade do vinho de hoje.

Os romanos foram também responsáveis por expandir o cultivo das videiras, iniciado pelos gregos, ocupando regiões como Bordeaux e Borgonha. Lá, eles fundaram as bases do que seria o berço da enologia moderna, inclusive com os avanços tecnológicos no cultivo das vinhas e na produção dos vinhos.

Após a queda do Império Romano, a História registra o advento da Idade Média. Essa era foi marcada pela expansão da Igreja, em que os mosteiros passaram a ocupar colinas, onde havia já o cultivo de vinhas. A Igreja aparece então como proprietária de vários vinhedos, entre os maiores da Europa. Já os monges, poderiam ser considerados como os “enólogos” da Idade Média, uma vez que eles estudaram e melhoram os métodos de produção.

Somente no século XIX, com os estudos de Louis Pasteur sobre a fermentação alcoólica, pôde-se entender o processo de elaboração do vinho. O cenário atual do vinho é marcado por inovações e mudanças a cada ano, propiciando vinhos com qualidades jamais alcançadas e imaginadas.

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